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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Ciclos Repetitivos de Sofrimento.

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Você já teve a sensação de que está vivendo o mesmo dia, com os mesmos problemas e os mesmos dramas, apenas com personagens diferentes? Como se a vida fosse um disco riscado? Na psicologia, chamamos isso de: " Ciclos Repetitivos de Sofrimento" . Pois então… acredite, isso não é falta de sorte; é o seu cérebro tentando ser um herói, mas usando um manual de instruções desatualizado. Imagine uma criança crescendo em um ambiente onde as coisas são confusas, onde falta carinho ou onde a crítica é constante. Ela não nasce com um "manual de instruções" sobre como enfrentar a vida. Então, o que o cérebro dela faz? Ele cria ferramentas de sobrevivência ! Digamos que fosse um ambiente conflituoso, inadequado ou insuficiente… - Se nesse ambiente, para ser notada essa criança precisou gritar ou chorar muito, ela desenvolve a ferramenta da “ hiperexpressão” . - De outra forma, se para não ser machucada ela precisou se calar, não chamar a atenção, para não ser agredida, ela cri...

CONVERSAS ANÔNIMAS: "Passei o ano me matando de me esforçar pelas pessoas e sabe o que eu tive em troca?? Todo mundo que eu ajudei foi para praia e me deixaram passar o Natal sozinha. Sozinha."

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O que você descreve não é só ingratidão; é um sinal clássico de um padrão de desequilíbrio relacional. Seu mapa interno (forjado naquela infância de privação) esta registrando uma crença: "Para ser amada e pertencer, preciso me sacrificar completamente. Meu valor está no que eu faço pelos outros." Isso leva ao excesso em favor do coletivo – você apaga suas próprias necessidades para cumprir um "roteiro" de ser a pessoa indispensável, pois sem ser assim não se é amado! A dor que você sente agora não é uma prova de que o mundo é irremediavelmente ingrato, mas um alerta de que o sistema que você usa para se relacionar está falindo. Começando pelo mais importante: Todo ser humano precisa entender que somos feitos para viver em conexão! Nosso cérebro tem sistemas que nos ligam aos outros desde bebês — é como se fôssemos "programados" para “precisar” de vínculos. Por isso, o sentido da vida raramente se constrói no isolamento! O sentido de uma vida plena nasce ...

CONVERSAS ANÔNIMAS: Mas e o sentido da vida... qual é?

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Vou te fazer três perguntas que podem te ajudar a entender meu ponto de vista, SE você se permitir responder na ordem que eu escrevi: Qual a “função” natural do OURO (Elemento “Au” da tabela periódica)? Como o Ouro é “feito” pela Natureza? Quem constituiu as Funções do Ouro? Mas presumindo que você não queira ou possa dedicar tempo a esse exercício mental interessantíssimo… vai a resposta (nada) curta para suas perguntas: Para mim, o sentido da vida é o ato contínuo de “tecer significado”, de “construir sentido”,  “criar nexo”, “gerar valor”, “elaborar coerência”, “estruturar interpretação” a partir do encontro consciente entre a liberdade interior e as condições concretas da existência. Não existe um “Sentido” qualquer que resida em um objetivo externo universal, como o “Prazer” em si… ou o “Poder” em si…  ou a “Felicidade permanente”... e nisso eu concordo com o pensamento frankliano, Tudo isso (prazer, fé, poder, felicidade… são “efeitos colaterais” e não “metas” diretas...

CONVERSAS ANÔNIMAS: "FÉ" PRECISA DE RELIGIÇÃO OU DEUSES?

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  Uma pergunta PRIMOROSA que precisar ser abordada em cada parte individualmente! Pretendo manter a melhor conexão com os temas centrais, que para mim são os conceitos de: "Locus de controle",  "Fé",  "Sentido da vida" e  "Vazio Existencial".        1) "A fé a que você se refere, seria a fé a si mesmo?" Não.  Mas faz parte! Então a fé em si mesmo é uma dimensão fundamental TARDIA. Somos animais sociais, e nosso aprendizado sobre o que é significativo ou até real SEMPRE nasce da nossa relação com algum outro externo (no começo pais e criadores/cuidadores, depois as amizades e sociedade...) Ninguém nasce com um "Locus de Controle Interno" pronto; ele é cultivado na segurança de vínculos externos saudáveis. Em adultos razoavelmente amadurecidos/formados a fé se trata de uma confiança no potencial e na capacidade intrínseca do ser humano. A fé em si mesmo é a capacidade de confiar no processo orgânico de atualização que todos tem...

Letícia Morello - Desvendando os mitos do AUTISMO!

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Se eu tivesse gravando este vídeo há uns dez anos, provavelmente você diria que não conhecia nenhuma pessoa autista. Mas hoje, em 2024, tenho certeza de que você conhece pelo menos uma, seja no seu círculo social, seja alguém que você segue que está dentro do espectro autista. Existe um motivo por trás disso, e hoje você vai descobrir qual é. Este é mais um vídeo da nossa série sobre neurodivergências. Sim, gente, demora para sair, mas sai! E como sempre, há pessoas que não veem o vídeo até o final. Então, já adianto que toda a base deste roteiro foi escrita por uma psicóloga. Sempre que precisamos abordar um tema que nem eu nem a Laura dominamos, chamamos especialistas. Isso esclarecido, o assunto de hoje é o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Já falamos um pouco sobre ele no primeiro vídeo desta série, quando explicamos o conceito de neurodiversidade e mencionamos que este tem sido o transtorno de neurodesenvolvimento com maior destaque nessa pauta. A ideia hoje é falarmos mais so...

O "Apego" como uma ferramenta evolutiva!

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Na pré-história, éramos criaturas de grupo puro. Ser um indivíduo sozinho não era uma escolha filosófica — era uma sentença de morte. O mundo era perigoso e agressivo, e o nosso biotipo era um dos mais patéticos entre os primatas. Não éramos predadores... éramos prato do dia no cardápio de todos os predadores. Não éramos os mais fortes, nem os mais rápidos, nem os mais bem constituídos. Estávamos sempre em risco. Entre as estratégias de sobrevivência, a que venceu foi uma simples: viramos os animais que caminham em grupo. Marchávamos mais que qualquer outro primata. Por quê? Para migrar, para explorar, para fugir. O bipedalismo foi uma grande aposta evolutiva. Agora pense: se para um adulto o mundo já era difícil assim, para uma criança recém-nascida era um pesadelo absoluto! Por isso o bebê humano nunca, em nenhum momento, é independente. A dependência total do bebê não é um defeito — é o design da nossa espécie. Sem um grupo para carregar, proteger, alimentar e ensinar, um bebê huma...