domingo, 18 de outubro de 2015

Não tenho "sonhos"...

Não tenho "sonhos"...
Esta coisa de ter um sonho... Ambicionar objetivos futuros... Projetos mirabolantes...
"Um dia... há... um dia..."
Não, obrigado.
Se sua vida não te agrada, levante e mude. Não dá? Então aguenta. Sonhos só são fuga da realidade.
Sabe aquele discurso do Jobs?! "Acredite no teus sonhos". Furada. Ele viveu torturando engenheiros e designers e fudeu com a cabeça e carreira de centenas de jovens trabalhadores para viabilizar os sonhos dele.
Não viva seus sonhos.
Tenha OBJETIVOS.
Curtos e CLAROS.
Faça PLANOS.
Com etapas e metas REALISTAS.
Aprenda a "se" observar CRITICAMENTE.
ESTUDE DE VERDADE.
APRENDA.
E, não importa o que seja... goste ou não, quando fizer algo:
FAÇA COM ESMERO.
Resultados NÃO VEM DE PAIXÃO AOS SONHOS. Vem de fazer bem feito o que tiver de fazer. Seja o que for.

Bom... Então, senhor Islan, você é um "meritocrata"?

NÃO.

Não acredito que as pessoas que te observam ou te gerenciam ou mesmo as que você convive irão perceber o seus méritos e fomentarão premiações ou respostas positivas aos teus esforços. Não.

O que digo é que: "sua experiência" e "sua capacidade de progredir" só geram melhorias, upgrades, resultados positivos a medida que sua capacidade de CONSCIENTEMENTE gerenciar-se e seus resultados.

A meritocracia é FALHA. E falha no mesmo fator que falha a utopia socialista: Presume que terceiros são capazes de observar valores morais e éticos independente de suas idiossincrasias, no momento de julgar valores e éticas.

Então não fazemos o melhor para sermos julgados por terceiros como bons.

Fazemos o nosso melhor para APRIMORARMOS A FERRAMENTA.

Fazemos o nosso melhor para nos tornarmos melhor.

Nem Deus nem ninguém esta te julgando.

Mas executar planos realistas e aprendendo a "se" observar CRITICAMENTE ao realizar "não importa o que seja"... "goste ou não"... FAZENDO COM ESMERO... Geramos a capacidade de aprender "realmente" como progredir através de você mesmo.


E este é o único caminho. Pois Deuses, milagres, promessas utópicas românticas são apenas confortáveis fugas para o futuro. São bengalas metafísicas. 
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