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Mostrando postagens de junho, 2024

Como descobri que não tinha amigos homens!

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Como descobri que não tinha amigos homens e o que aprendi com as mulheres para mudar isso' Por Ronald Ávila-Claudio, BBC News Mundo, 15 março 2024. Estudos nos Estados Unidos e no Reino Unido indicam que os homens têm menos amigos do que as mulheres. E tendência se acentua ao longo dos anos. Numa noite em que organizava os detalhes de seu casamento, Max Dickins, comediante e escritor britânico, percebeu que não tinha amigos homens. Depois de tomar alguns drinks, foi para casa e tentou fazer uma lista de possíveis candidatos a padrinho para sua festa de casamento. Os nomes que lhe vieram à cabeça, diz o londrino, eram principalmente de colegas de trabalho. E quem não pertencia a esse círculo eram pessoas com quem "não falava, em alguns casos, há um, dois ou três anos." Como disse Dickins ao programa Woman's Hour, da BBC Radio 4, ele decidiu fazer uma rápida pesquisa no Google — foi o momento em que ele percebeu que não estava sozinho. "Desde que os cientistas soci...

Lidar com pessoas difíceis!

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Comparar pessoas intolerantes a crianças emocionalmente pode ser uma simplificação, mas existem muitas características que podem ser semelhantes, isso porque pessoas intolerantes, pessoas difíceis, muitas vezes apresentam comportamentos e reações emocionais imaturas. RIGIDEZ MENTAL: Assim como crianças pequenas que ainda estão desenvolvendo a capacidade de entender diferentes perspectivas, pessoas intolerantes tendem a ter esquemas mentais rígidos e dificuldade em aceitar opiniões diferentes. REAÇÕES EXPLOSIVAS: A intolerância pode levar a reações emocionais intensas e desproporcionais, semelhantes às birras de crianças quando algo não sai como elas querem. Necessidade de Controle: Pessoas intolerantes frequentemente sentem a necessidade de controlar situações e pessoas ao seu redor, algo que também é comum em crianças que ainda estão aprendendo a lidar com a incerteza e a falta de controle. DIFICULDADE EM LIDAR COM CRÍTICAS: Assim como crianças que podem reagir mal a críticas, pessoas...

Impacto na vida adulta de abusos sofridos na infância é diferente para homens e mulheres.

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Impacto na vida adulta de abusos sofridos na infância é diferente para homens e mulheres. Por Liam Davenport em  11 de abril de 2023,  França . O impacto psicopatológico de experiências traumáticas durante a infância é equivalente entre mulheres e homens, mas há diferenciais de gênero em relação ao tipo de trauma, segundo pesquisa. Pesquisadores constataram que a violência emocional e sexual na infância afeta mais as mulheres, enquanto os homens, por sua vez, são mais prejudicados pela negligência emocional e física. “Nossos achados indicam que a exposição a maus-tratos durante a infância aumenta o risco de sintomas psiquiátricos em homens e mulheres”, disse a primeira pesquisadora do estudo, Dra. Thanavadee Prachason, Ph.D., afiliada ao Departamento de Psiquiatria e Neuropsicologia do Maastricht Universitair Medisch Centrum, nos Países Baixos, em um comunicado à imprensa. "A exposição a abusos emocionais ou sexuais durante a infância aumenta o risco de diversos sintomas psiqu...
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As vezes o Diagnóstico é uma forma de "NÃO ESCUTAR"!

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O texto relata a história do americano Will Hall. Uma figura de crescente importância nos movimentos internacionais de sobreviventes e recuperação na saúde mental.  Will mora na cidade de São Francisco nos Estados Unidos. Desde criança, tenho lutado com emoções extremas, vozes e poderosas experiências fora do corpo. Lembro-me de cair no chão uma vez na terceira série, me contorcendo de agonia acreditava que algo estava agarrando minhas costas. Vi desenhos animados projetados no teto, e meu medo as vezes era tão forte que ficava mudo. Muitas vezes me escondia, sozinho, oprimido e incapaz de descrever o que estava acontecendo. Levei tudo isso escondido dentro de mim por toda a minha vida, indo de terapeuta em terapeuta, mas nunca me sentindo seguro o suficiente para realmente falar sobre o que estava acontecendo. Minha primeira experiência com psiquiatria foi quando fui encaminhado a um médico aos 24 anos. Saí depois de uma consulta com uma receita de Prozac e um punhado de amostras ...

“Vivemos um eterno retorno a Freud. Mas cada vez é um Freud diferente”

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“Vivemos um eterno retorno a Freud. Mas cada vez é um Freud diferente” Poucos autores foram tantas vezes declarados mortos e renasceram feito fênix como Sigmund Freud (1856-1939). Goste-se ou não do que o fundador da psicanálise propõe, tudo leva a crer que ele ainda tem muito a dizer. E é por isso que um dos maiores estudiosos de sua obra no Brasil, o psicanalista e filósofo Gilson Iannini, sugere um retorno às origens… aos textos e às ideias do médico vienense. Mas o projeto do professor de psicologia da UFMG não se baseia numa reconstrução histórica e datada do pensamento freudiano. Pelo contrário, o mantra é atualizar a discussão, bebendo diretamente da fonte, algo para o qual o neurologista austríaco se presta com naturalidade. “Vivemos um eterno retorno. Mas cada vez é um Freud diferente”, afirma Iannini. Esse trabalho de garimpagem e reflexão à luz dos desafios da contemporaneidade será materializado com a trilogia Freud no Século XXI (Editora Autêntica), cujo primeiro volume ...