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Mostrando postagens de julho, 2026

O cuidado como virilidade: outros roteiros possíveis de ser homem!

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  "Somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência, então, não é um ato, mas um hábito." — Aristóteles Há uma cena que qualquer mulher que foi adolescente no início dos anos 2000 reconhece de imediato: a banca de revista. Capas coloridas, letras garrafais, um galã de novela declarando com naturalidade que "ser fiel é muito difícil". Ao lado, uma matéria de comportamento ensinando "como segurar um pegador" ou "como domar o garanhão da escola". Ninguém achava estranho. Era, simplesmente, o script vigente do desejo. A mensagem por trás disso nunca foi dita abertamente, mas foi absorvida por uma geração inteira: homem desejável é imprevisível, um pouco infantil em seus afetos, emocionalmente pouco acessível . Cabia à mulher administrar essa equação — entender, tolerar, "dar um jeito". O sofrimento virava pedágio. O preço a pagar por ter um homem por perto. Passaram-se vinte anos. Trocamos a banca de revista pelo feed, mas o enredo b...
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Não se deixar levar pela ignorância  é sabedoria! Os pensamentos surgem e desaparecem  como um ladrão em uma casa vazia.  Na verdade, não há nada a perder  ou a ganhar. As sensações não deixam marcas,  como desenhos feitos na água.  Então, não perpetue aparências ilusórias. Pensamentos de apego e aversão  são como arco-íris no céu.  Não há neles nada que possa ser agarrado ou apreendido. Os movimentos da mente dissolvem-se por si mesmos,  como nuvens no céu.  Na mente, não há pontos de referência. Sem fixação, os pensamentos libertam-se por si mesmos.  Como o vento, que jamais se apega a qualquer objeto. Padampa Sangye