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Mostrando postagens de abril, 2026

TEORIA DAS NECESSIDADES EMOCIONAIS BASICAS: Porque nós não falamos o suficiente sobre isso?

A Teoria das Necessidades Emocionais Básicas não "inventou" a roda, mas sim parece que sistematizou e integrou décadas de observações clínicas e teóricas sob uma linguagem mais acessível e baseada em evidências tão necessária para sua leitora nos dias atuais. Ela funciona como uma síntese moderna que "bebe na fonte" de teorias sólidas para explicar por que as relações iniciais são o molde da nossa estrutura psíquica. Faço algumas conexões quando leio sobre esta perspectiva fazendo exatamente essa comparação com as intersecções que percebo com autores mais antigos... e, se me permitirem alguma extrapolação, podemos identificar correlações simples, como por exemplo: Sigmund Freud e a Psicanálise Clássica Freud foi o pioneiro ao estabelecer uma forma de  determinismo psíquico  na ideia de que o que ocorre na infância define o adulto! A Conexão: A necessidade de Vínculo Seguro e Limites ecoa as fases psicossexuais de Freud. A frustração ou o excesso em fases como a O...

Meditação não é o que você pensa.

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Meditação não é o que você pensa. Você se senta em silêncio absoluto e sua mente começa a percorrer todos os seus filmes mentais.  Durante esse processo, você se familiariza tanto com os roteiros que mantém em sua vida que acaba enjoando deles.  Então você percebe que a pessoa que você pensa ser é apenas um roteiro complexo no qual você gasta a maior parte da sua energia.  Após uma análise mais profunda, você descobrirá que sua personalidade já se cansou de você.  E isso porque não é realmente você.  Se você se sentir suficientemente apavorado por essa personalidade, permita que ela desapareça espontaneamente.  E então, se tiver sorte, poderá se experimentar sem a distorção dessa personalidade.  Esse é basicamente o processo do zazen. Leonard Cohen

O estudo Mapa Autismo Brasil (MAB) 2026.

O estudo Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, divulgado nesta quinta-feira (9), revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado. Lançada pelo Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que serviços ele tem acesso. O estudo colheu 23.632 entrevistas online no período entre 29 de março e 20 de julho de 2025, incluindo respostas de 16.807 responsáveis por pessoas autistas e de 4.604 adultos autistas, além de 2.221 participantes que se identificam tanto como autistas quanto como responsáveis. Os dados mostram que, apesar de cerca de 25% da população brasileira ter acesso a planos de saúde, 20,4% das pessoas entrevistadas informaram ter confirmado o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O estudo indica também...

"10 coisas que PAREI DE FAZER depois de estudar NEUROCIÊNCIAS"

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 O vídeo do canal de Elisa Guerra , intitulado "10 coisas que PAREI DE FAZER depois de estudar NEUROCIÊNCIAS" , apresenta mudanças práticas de comportamento fundamentadas em conceitos de neurociência e na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Aqui estão os principais pontos abordados: Acreditar em todos os pensamentos: Ela explica que pensamentos não são fatos. Identificar "pensamentos automáticos" ajuda a evitar ciclos de autossabotagem [ 00:18 ]. Evitar exposição: A evitação reforça crenças de incapacidade. Criar repertório comportamental através da exposição gradual é essencial para o desenvolvimento pessoal [ 02:30 ]. Cobrança excessiva (Perfeccionismo): Elisa destaca que o perfeccionismo é um motor da procrastinação, muitas vezes gerado por insegurança [ 04:27 ]. Esperar pelo objetivo final para sentir recompensa: Ela sugere comemorar pequenos passos (como um capítulo de um livro), pois o cérebro processa tempo, esforço e prazer em áreas próximas [ 06:15 ...

Cura como Processo

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 Este vídeo, apresentado pela psicóloga Viviane Raposo, é uma aula completa sobre a Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) , uma linha teórica da psicologia humanista criada por Carl Rogers. O objetivo central é explicar como a terapia funciona e o que realmente promove a "cura" ou a mudança no indivíduo. Abaixo, apresento os pontos fundamentais da teoria explicada no vídeo: 1. Tendência Atualizante A base da teoria é o conceito de tendência atualizante . Segundo a ACP, todo organismo vivo possui um impulso inato para o crescimento, a autonomia e a realização de si mesmo. Na terapia, o papel do profissional não é "consertar" o paciente, mas sim remover os obstáculos que impedem essa força natural de fluir. 2. O Conceito de Incongruência (A Origem do Sofrimento) O sofrimento humano surge do que a teoria chama de incongruência . Isso acontece quando nos afastamos da nossa "sabedoria interna" para seguir regras externas e expectativas de outras pessoas (necessida...

Ministério da Saúde inicia Pesquisa Nacional de Saúde Mental para mapear a realidade da população adulta

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  Trata-se do primeiro estudo elaborado com o objetivo de conhecer o cenário de saúde mental dos brasileiros com mais de 18 anos Compartilhe:     Compartilhe por Facebook   Compartilhe por Twitter   Compartilhe por LinkedIn   Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência Publicado em   13/01/2026 17h03   Atualizado em   15/01/2026 15h06 Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF OBrasil dará um passo inédito na produção de informações estratégicas para o fortalecimento das políticas públicas em saúde mental com a realização da Pesquisa Nacional de Saúde Mental (PNSM-Brasil). Trata-se do primeiro grande estudo de base populacional voltado especificamente para conhecer a situação da saúde mental de pessoas com 18 anos ou mais em todo o território nacional. A fase piloto da pesquisa foi iniciada pelo  Ministério da Saúde (MS)  nesta segunda-feira (12) e ocorrerá em oito municípios. A iniciativa tem como objetivo estima...
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