quinta-feira, 10 de março de 2011

Sossella participa de nova reunião sobre a Fugast


ja faz 6 dias que o Hospital materno infantil presidente vargas Como se vê aqui. permanece com parte importante do atendimento fechada.


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10.3.11 pOSTADO NA Assembleia Legislativa do RS e JusBrasil


A decisão sobre a prorrogação do prazo de demissão dos servidores sairá na sexta-feira Na quarta-feira (9), o deputado Gilmar Sossella (PDT) participou de audiência com a juíza substituta da 1ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre, Andréia Terre do Amaral, para tratar do adiamento das demissões dos 479 servidores da Fundação Riograndense de Gastroenterologia. A audiência foi uma tentativa de conciliação no processo movido pelo Ministério Público contra o Estado e a Fugast. A decisão deve sair na sexta-feira, após uma nova reunião entre as partes.






A intenção da juíza é oficializar um acordo para que os profissionais permaneçam em seus cargos até que o Estado e o município possam nomear os substitutos. O secretário municipal da Saúde, Carlos Casartelli, reforçou a necessidade de treinar os novos servidores com o apoio dos pertencentes à Fugast e, assim, garantir a continuidade dos atendimentos prestados à população.




Para o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, onde atuam 285 funcionários da Fundação, o município já nomeou 187 aprovados em concurso para suprir a carência dos setores. Destes, 77 já assumiram as funções. O município contratará, ainda, 142 profissionais em caráter emergencial.




No momento, a emergência pediátrica e a internação ginecológica do HPV estão fechadas em função do déficit de pessoal. Dos sete psiquiatras que atendem na emergência do Hospital Psiquiátrico São Pedro, quatro são da Fugast. Em períodos do feriado de carnaval, por exemplo, o serviço esteve fechado por falta de profissionais.




O deputado Gilmar Sossella é autor da Proposta de Emenda à Constituição 211/2011. O instrumento jurídico estabelece que os funcionários da Fugast que prestam serviços diretamente ao Estado passem a integrar categoria de servidores públicos em regime de extinção da Secretaria Estadual da Saúde, sob regime celetista. A prorrogação no prazo para demissão dos funcionários permitirá a tramitação da PEC na Assembleia Legislativa.


Assembleia Legislativa do RS e JusBrasil
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