sexta-feira, 15 de abril de 2011

O prazo com o Ministério Público esta acabando e não vemos soluções - Os demitidos da Fugast ainda não receberam seus direitos!


De diversas maneiras temos recebido relatos e correspondências de ex-servidores da Fugast que estão sem poder pagar aluguéis, sem poder cumprir com pagamento de contas que se transformam em dividas...

Quarta-feira 13/04 o SINDISPREV me informou que esta oferecendo RANCHO E VALE-TRANSPORTE para os ex-servidores da Fugast este mês. 

É preciso passar lá no centro, na sede do Sindsprev e se apresentar com seus documentos.

Não é a solução mas é uma grande ajuda para muitos.

Por favor, divulguem e tragam notícias para este "blog". Tudo que for de fonte concreta será publicado. 

Sigamos.

O prazo do Ministério Público do trabalho esta no fim.

Que medidas serão aplicadas afinal?



Porto Alegre  - Representantes da Secretaria Estadual de Saúde, Procuradoria Geral do Município de Porto Alegre, Procuradoria Geral do Estado, Fugast e Sindiprev estiveram reunidos, na tarde de sexta-feira, 08/04/2011,  em audiência, na sede do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS), presidida pelo procurador do Trabalho Fabiano Holz Beserra, para tratar sobre o pagamento  de verbas rescisórias aos trabalhadores demitidos da Fundação Riograndense Universitária de Gastroenterologia (Fugast).


O procurador do Trabalho propôs um termo de ajuste de conduta (TAC) e estabeleceu um prazo de 10 dias para que o governo do Estado se manifeste sobre o caso.

O prazo TERMINA DIA 18 DE ABRIL.

O procurador do Trabalho também recomendou ao sindicato para que providencie as medidas judiciais cabíveis para provimentos de urgência, como o levantamento dos depósitos do FGTS e o encaminhamento dos benefícios de seguro-desemprego. QUE AINDA NÃO RECEBERAM NEM UM CENTAVO.

Na oportunidade, o governo do Estado informou que não poderia ser feito nenhum aporte financeiro. No entanto, em razão do grande número de trabalhadores envolvidos e o tempo de prestação de serviço, a questão foi levada ao governador do Estado para análise, na tentativa de buscar uma solução para os próximos dias.

A Fugast, por sua vez, informou que a folha salarial dos trabalhadores, incluindo os encargos sociais, equivale a três vezes o faturamento da Fundação. As verbas rescisórias estão estimadas em R$ 13 milhões.

O município de Porto Alegre, por intermédio de seu representante, disse que a preocupação sempre foi a continuidade da prestação de serviço de saúde no Hospital Presidente Vargas, não tendo responsabilidade pelo pagamento.

Por fim, o sindicato informou que os trabalhadores prestaram serviços por longo tempo ao Estado e ao Município e agora estão desamparados, com dívidas vencidas e problemas em relação às suas famílias.    


Mais informações: (51) 3284-3066



Por favor, não deixem de se manifestar junto aos Ministério Público. Mandem e-mail, telefonem... 

Pressão , nesta hora é IMPRESCINDÍVEL!
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