domingo, 5 de fevereiro de 2012

O Paradoxo do Nosso Tempo



Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós amamos raramente, e odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos. 
Fomos e voltamos à Lua, mas não cruzamos a rua pra encontrar um novo vizinho.


Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. 
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. 
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; 
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; 
Escrevemos mais, mas aprendemos menos; 
Planejamos mais, mas realizamos menos.


Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. 
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.


Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; 
Tempo do homem grande de caráter pequeno; 
Dos lucros acentuados e relações vazias.


Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.


Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis. Dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".


Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.


Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em “delete”.


Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.


Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.


Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua esposa (o) e às pessoas que ama.


Mas em primeiro lugar, se ame... se ame muito e a Deus sobre todas as coisas.


Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.


Por isso, valorize sua família e as pessoas que fazem parte de sua vida.


É POR TUDO ISSO QUE DIGO:
EU TE AMO!



George Carlin


George Denis Patrick Carlin (Nova Iorque12 de maio de 1937 — Santa Monica22 de junho de 2008) foi um humorista, comediante de stand-up,ator e autor norte-americano, vencedor de cinco Grammys[23]. Pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social, a sua mais polêmica rotina chamava-se "Sete Palavras que não se podem dizer em Televisão" ( "Seven Dirty Words"), o que lhe causou, durante os anos setenta, vários dissabores, acabando preso em inúmeras vezes que levou o texto a palco.
Carlin era conhecido pelo seu humor negro assim como seus pensamentos sobre políticalíngua inglesapsicologiareligião, e vários temas tabus. Carlin e sua rotina "Seven Dirty Words", em 1978, foram o foco da Suprema Corte dos Estados Unidos no caso F.C.C. v. Pacifica Foundation, na qual, em uma acirrada decisão por 5x4 dos votos, os jurados afirmaram o poder do governo de regular material indecente em sistemas públicos de rádio.
O primeiro de seus 14 especiais de comédia para TV, para a rede HBO, foi filmado em 1977. Na década de 1990 e 2000, as rotinas de Carlin se focaram em críticas sócio-culturais da sociedade moderna Americana. Ele muitas vezes comentou em problemas políticos contemporâneos dos Estados Unidos e satirizava os excessos da cultura Americana. Seu último especial da HBO, It's Bad for Ya, foi filmado menos de quatro meses antes de sua morte.
Em 2004, Carlin alcançou a segunda colocação da lista da Comedy Central dos 100 maiores comediantes de stand-up de todos os tempos, na frente de Lenny Bruce e atrás de Richard Pryor. Ele se apresentava frequentemente e era anfitrião convidado no The Tonight Show durante a era de três décadas de Johnny Carson, ele também foi o apresentador do primeiro episódio de Saturday Night Live. Em 2008, ele recebeu o prêmio Mark Twain Prize for American Humor.


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