terça-feira, 29 de novembro de 2011

URGENTE ~ Para todos que puderem divulgar


Pessoas, peço que me atualizem!

Hoje chegou a informação de uma colega da Fugast. Esta teria recebido uma carta da Secretaria de Saúde do Estado onde informava que:

 POR ELA AINDA CONSTAR COMO AGENTE DE AÇÃO CONTRA O ESTADO NÃO PARTICIPARIA MAIS DA LISTA DEPAGAMENTO DA VERBA RECISÓRIA DOS DEMITIDOS DA FUGAST.

                Que ela voltaria se retirasse da Justiça suas ações.

Por favor, ajudem a atualizar esta informação.



  • Oficialmente o Governo ainda não passou todo o cronograma de pagamento de rescisões de trabalhadores da saúde.
  • Depois de quase três meses de uma negociação feita com o Palácio Piratini, através do Ministério Público do Trabalho, o governador Tarso Genro ainda não apresentou um cronograma de pagamento das rescisões para a saúde. Há oito meses, enfermeiros, administrativos e técnicos estão desempregados em decorrência do fim do contrato da Fundação Universitária de Gastroenterologia (Fugast) com o Estado. Os trabalhadores atuavam em hospitais, como São Pedro e Presidente Vargas, postos de saúde de Porto Alegre e no Centro Administrativo.
    Em assembleia convocada pela Comissão dos Trabalhadores Demitidos da Fugast, nesta quinta-feira, no Sindisprev-RS, os profissionais deliberaram pelo seguinte calendário de mobilização:
    16 e 17 de novembro: Ocorreu a mobilização na Assembleia Legislativa afim de que os deputados aliados e oposicionistas pressionem a Casa Civil a apresentar ao conjunto dos trabalhadores o cronograma e critérios do pagamento das rescisões;
    22 novembro: O acampamento de centenas de trabalhadores da saúde junto à Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini;

    Vai começar o pagamento das rescisões de ALGUNS dos ex-funcionários da Fugast ? Segundo informações da da Rosane de Oliveira, colunista da Página 10, informa na Zero Hora de hoje, que o pagamento das primeiras 30 rescisões ocorrerá no dia 8 de dezembro.






    “O seguro-desemprego da maioria dos 479 trabalhadores acabou. Muitos tiveram de deixar suas casas para irem viver com parentes. É um absurdo que um governo que se diz popular ignore centenas de trabalhadores e suas famílias, todos hoje vítimas da precarização nos contratos de trabalho e de políticas visam a destruição do serviço público”, disse Dinara Del Rio, diretora do Sindisprev-RS.

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