sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A internet pode acabar... O brasileiro gasta mais com saúde que o governo brasileiro e todo mundo de olho no BBB









Brasileiro gasta mais com saúde do que o governo

Cidadão despende 29,5% a mais para ter acesso a bens e serviços de saúde do que o governo, diz pesquisa.

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE revela que o brasileiro gasta 29,5% a mais do que o governo para ter acesso a bens e serviços de saúde. Enquanto o estado tem um dispêndio de R$ 645,27 por pessoa, o gasto per capita fica em R$ 835,65.

No país, 55,4% das despesas são arcadas pelas famílias, enquanto 43,6% são cobertas pela administração pública. É a primeira vez que o IBGE calcula a despesa com saúde por pessoa, mas o panorama não alterou uma análise dos últimos dois anos.

Em 2008, a despesa do governo foi de R$ 566,43, enquanto a do cidadão, R$ 758,21. Um ano antes, os gastos ainda eram desvantajosos para as famílias: R$ 698,98 ante R$ 502,36 do governo.

Do total consumido pelas famílias brasileiras, 8,1% corresponderam a gastos com saúde.

No bolso das famílias, pesaram mais os serviços privados de saúde que responderam por 52,7% dos gastos.

Aumentou também a parcela do orçamento das famílias dedicado à compra de medicamentos.




A internet e seu conteúdo está para mudar e até o momento poucos estão realmente preocupados com isso. O senado americano vai votar dia 24 de janeiro, num projeto de lei encabeçado pelo senador Lamar S. Smith, conhecido como, Stop Online Piracy Act (SOPA) e caso aprovado outro projeto criado por Patrick Leahy, entrará imediatamente em votação, o Protect IP Act(PIPA), que dá direito às indústrias de entretimento solicitar intervenção diretamente a TODO e QUALQUER site que veicule qualquer tipo de propriedade intelectual de terceiros. E você se pergunta: “E o que eu tenho com isso? ISSO é problema dos americanos.” Não é bem assim que a carruagem anda, principalmente quando se trata de internet, o mundo é totalmente inter-relacionado.

Mas é só nos Estados Unidos que a lei será aprovada!”, você pode argumentar. Mas tenha ciência de que os EUA possuem a maior parte do tráfego da internet do mundo, sejam por serviços oferecidos, ou facilidades de registro, uso e upload que outros serviços do país podem oferecer a todos os outros usuários. Por último, pensando em algo ainda maior, isso pode influenciar outros governos, a serem ainda mais corruptíveis, pelo mundo todo.
Tanto o Google quanto o Facebook (sites americanos) declararam que, se esta lei for aprovada, eles irão fechar todos os seus serviços, pelo menos durante algum tempo. As duas empresas, junto com o Twitter, Ebay, Amazon, Mozilla e a Wikipedia (outros sites americanos) já se mostraram contra os projetos de lei, e também deverão fechar seus serviços durante um bom tempo.
Em suma, os sites e serviços não desapareceriam. Mas teriam de se submeter a uma verdadeira ditadura. Todo e qualquer usuário terá de policiar tudo o que quiser compartilhar. Se não agradar os censores, o site vai para fora do ar. Na pior das hipóteses, as empresas terão carta branca para ir atrás de você e lhe processar. Ou seja, algo similar ao que a Ditadura Brasileira fez durante tantas décadas. 

Num mundo onde compartilhar momentos, amizades, informações, imagens, vídeos ou aonde está a Luiza e mais é algo tão importante ou ficar sem assistir a sua série favorita, assistir a filmes, escutar música ou ficar sem acesso ao RedTube, você consegue imaginar o tamanho do estrago, certo?
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